O mestre da ilustração

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Luiz Agner e Luiz Trimano - 2007

O argentino Luis Trimano chegou ao Brasil em 1968 quando começou a colaborar em diversos jornais e revistas como Movimento, Opinião, Bondinho, Argumento, Veja e Jornal da Tarde. A sua arte visceral expressou toda a angústia dos chamados “anos de chumbo” e radicalizou ao extremo a politização da sua geração.

Segundo Álvaro Caldas, Trimano “desmascara, escancara, sangra, revira do avesso e expõe os personagens que continuam vivendo na memória e na imaginação dos que os viram”.

Trabalhei mais perto do Trimano a partir da reforma do projeto gráfico-editorial do Boletim Técnico do Senac (a revista de artigos acadêmicos do departamento nacional do Senac) quando tive a oportunidade de convidá-lo para colaborar com a força de suas linhas repletas de denúncia social.

Na foto, apareço ao lado do mestre na UniverCidade, sábado passado, por ocasião do início de seu curso de ilustração (a foto é do calígrafo Cláudio Gil).

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