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Técnicas de coleta de dados na pesquisa de usabilidade

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Nesta aula sobre metodologia científica, os seguintes temas foram abordados:

 

  • O que é uma pesquisa
  • Elementos do método científico
  • Epistemologia do trabalho científico
  • Pesquisa em ergonomia e em usabilidade
  • Passos de uma pesquisa
  • Objetivos, problema e hipótese
  • Amostragem
  • Ferramentas de coleta de dados
  • Questionários: como aplicar
  • Entrevistas: tipos e como aplicar

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Algumas considerações teóricas e práticas sobre arquitetura de informação

E-Book "Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas" (IBICT)

Em um artigo, publicado como capítulo do e-book Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas, editado pelo IBICT, e disponibilizado recentemente para download, apresento um resumo de diversos aspectos da teoria, prática e pesquisa em arquitetura de informação (AI). A área de AI tem se configurado hoje como um emergente território de atuação para diversos especialistas, como bibliotecários, designers visuais, administradores, jornalistas e publicitários, além de ser um campo de pesquisa acadêmica que surge em face da crise contemporânea da explosão de dados (information overload). O artigo apresenta conceitos e definições da Arquitetura de Informação, seus componentes, seu framework, suas técnicas de pesquisa (como, por exemplo, o cardsorting), além de modelos de busca da informação de usuários através dos hipertextos.

Agradeço às professoras Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Eloisa Príncipe de Oliveira pelo convite para participar desta publicação do seu grupo de pesquisa do IBICT.

Download alternativo do Ebook do IBICT.

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Interface cérebro-máquina: a força do pensamento

 

A evolução dos computadores aliada a neurociência nos traz a integração entre cérebro e máquinas, onde não usaremos mais teclados, monitores ou mouses e nos comunicaremos diretamente com as máquinas através da nossa mente.

O pesquisador brasileiro Miguel Nicolelis, pioneiro neste estudo, concedeu uma entrevista para falar sobre o assunto. Segundo ele, em um curto prazo a medicina poderá ser beneficiada com essas aplicações, através de novos métodos de reabilitação neurológica. Os avanços englobam os tratamentos de paralisias de forma não-invasiva, além de estudos sobre o Mal de Parkinson.

Na entrevista ele comenta que grandes empresas (Google, Intel e Microsoft) já tem suas divisões de interface cérebro-máquina; ele também fala sobre os desafios da ciência no Brasil.

Esta realidade pode parecer distante de nós, mas isso me lembra o filme Minority Report, ambientado em 2054. No filme, Tom Cruise arrastava imagens em telas grandes com as mãos. Na época, Steven Spilberg consultou especialistas em tecnologias do futuro para imaginar como seria a tecnologia em 2054, mas não precisou demorar tanto para esta tecnologia estar presente nos iPhones e iPads que usamos atualmente!

Gostou do assunto? Então leia aqui a entrevista na íntegra.

[Patricia Tavares]

 

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Anamaria de Moraes (1942 – 2012)

É com extremo pesar que redijo este post. Lamento enormemente o falecimento de Anamaria de Moraes, professora do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, e que foi a minha orientadora de doutorado na mesma Universidade, além de eterna inspiradora acadêmica de toda uma geração. Sua morte se deu hoje de madrugada, em Recife, onde a professora estava para o 18º Congresso Mundial de Ergonomia (IEA 2012).

Anamaria era formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Desenho Industrial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em 2006, Anamaria foi homenageada no IEA 2006 – 16º Word Congress Ergonomics Maastricht the Netherlands no qual recebeu o título de “Fellow”, a única latino-americana a receber tal homenagem, concedida a pessoas que contribuíram significativamente para o desenvolvimento internacional da Ergonomia.

Autora e co-autora de vários livros, titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e uma das principais pesquisadoras de Design no Brasil, Anamaria liderou o LEUI (Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces) e orientava dezenas de dissertações e teses na área, que refletiam sua expressiva produção científica e acadêmica.

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Registro: duas bancas de mestrado

Embora com um certo atraso (muito trabalho, ufa!), registro aqui a minha orgulhosa participação nas bancas de defesa de dissertação dos meus colegas de IBGE: Patricia Tavares e Luiz Paulo do Nascimento.

Patricia foi minha co-orientanda e apresentou o trabalho sobre os dispositivos de coleta de dados estatísticos em pesquisas da PNAD, no Departamento de Informática da UniRio. Luiz Paulo defendeu a excelente dissertação “A transparência dos portais brasileiros de transparência pública“, junto ao Programa de Engenharia da Computação da COPPE-UFRJ, com orientação de Henrique L. Cukierman. As duas pesquisas abordaram as interfaces de usuário e usabilidade, e ficaram muito boas.
Na foto acima, pela ordem, Vania Felix Dias (UniRio), Clarisse S. de Souza(PUC-Rio), Simone Bacellar(sua orientadora da UniRio), Patricia e eu. Infelizmente, na banca do Luiz Paulo não houve sessão de fotos… :(

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Método de avaliação de usabilidade da PNAD Contínua

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Este método de pesquisa de usabilidade foi desenvolvido para avaliar o aplicativo criado para o PDA a ser utilizado pelos entrevistadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

A PNAD Contínua é a nova pesquisa do IBGE. Será realizada a partir de uma amostra de aproximadamente 179.000 domicílios e tem como núcleo básico questões sobre trabalho e rendimento. Além disso, vai investigar temas adicionais, como: educação de jovens e adultos, migração, educação profissional, trabalho infantil, fecundidade, mobilidade social, nupcialidade, saúde, segurança alimentar, tecnologia da informação e comunicação, transferências de renda e uso do tempo.

O método de usabilidade, de caráter qualitativo, teve seis etapas: (a) Pesquisa bibliográfica e documental; (b) Observações etnográficas; (c) Seleção da amostra de participantes; (d) Entrevistas baseadas em cenários e tarefas; (e) Análise dos resultados; (f) Comunicação dos resultados.

O trabalho foi desenvolvido por mim e por Patrícia Tavares, analista de sistemas do IBGE.

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Seminário no IBGE

Fiquei um certo tempo sem postar aqui, por motivos de força maior, entre os quais o fato de que o blog saiu do ar por uma semana. Aproveito para colocar a minha apresentação para a série de seminários LEP (Laboratório de Estatística Pública), realizado no IBGE, no auditório do prédio da Avenida Chile, no Rio, em 28 de janeiro último.

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RESUMO

Usabilidade representa a capacidade de um sistema ser utilizado com eficácia, eficiência e satisfação, segundo a norma ISO 9241. Arquitetura de informação (AI) é o projeto estrutural de um espaço de informação com o objetivo de facilitar a realização de tarefas e permitir o acesso intuitivo dos usuários aos seus conteúdos.

O estudo em questão analisa a usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal IBGE. A apresentação se foca em metodologia de pesquisa de campo realizada através da aplicação de testes de usabilidade. Considerou-se a interação do portal com as suas audiências, enfatizando comportamentos de busca de informação, tarefas e modelos mentais, em contraponto ao grande volume de dados disponibilizados e à sua complexidade.

A partir da identificação de segmentos das audiências-alvo, foram desenvolvidos ensaios de interação, com a participação de estudantes de pós-graduação (mestrandos e doutorandos) de universidades do Rio de Janeiro. Após a análise dos resultados geraram-se recomendações de usabilidade e A.I para orientar o aperfeiçoamento e a reestruturação do portal. O trabalho se baseia em pesquisa de doutorado realizada junto ao departamento de Design da PUC-Rio.

Palavras-chave: Design, Ergonomia, Arquitetura de Informação, Usabilidade, Governo Eletrônico, Interação Humano-Computador, Interface, Internet, Estatística, World Wide Web.

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1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação

Ôpa! Vai acontecer em São Paulo, nos dias 19 e 20 de outubro, o 1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação. O encontro pretende atingir os seguintes públicos: arquitetos de informação, designers de interação, especialistas em usabilidade; bibliotecários, web designers e desenvolvedores web, estudantes e interessados em geral.

Temas de interesse: Definições de Arquitetura de Informação, Documentação e metodologias; Ferramentas; RIAs (Rich internet applications); Comunidades on-line e software social; Folksonomia e sistemas de classificação; Mecanismos de busca e SEO; Intranets e portais corporativos; Usabilidade e pesquisa com usuários; Web 2.0; Interfaces para dispositivos móveis; Arquitetura de Informação e mercado.

A submissão de trabalhos já está aberta e pode ser feita de forma eletrônica através do website http://www.aibrasil.org/encontro/programa.

É o primeiro encontro técnico-profissional do gênero do campo da AI no Brasil e merece o nosso apoio. Participe!

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Ted Nelson na TVE

A Carol me avisou a tempo (obrigado, Carol!) e eu ainda pude pegar a entrevista do filósofo e sociólogo Theodore Nelson na TVE, ontem à noite.

Personalidade criativa e irrequieta, Ted nasceu em 1937 e é um dos avôs da tecnologia da informação. Ele cunhou os termos “hipertexto” e “hipermídia” em 1963. A meta do seu trabalho tem sido tornar os computadores acessíveis a todas as pessoas. Nelson criou o projeto Xanadu com o objetivo de montar uma rede de computadores com interfaces simples. O lema é: “uma interface precisa ser tão simples que um iniciante, numa emergência, deve entendê-la em 10 segundos”. Atualmente, leciona interface homem-máquina na universidade de Oxford.

Na entrevista da TVE (ilustrada com cartuns ao vivo do Paulo Caruso, que aparentava não estar entendendo muito bem aquele papo), Ted citou a lista de Dave Farber. Uma excelente fonte de referência sobre assuntos quentes que relacionam tecnologia, sociedade, e economia, com foco nos direitos civis. Vale a pena ficar de olho.

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IHC: um negócio da China (2)

A minha amiga Lisia, ex-colega do Santo Inácio, também é pesquisadora no campo da interação humano-computador. Lisia é psicóloga da ANAC, uma agradabilíssima lembrança da adolescência, e me ajudou muito na minha tese. Ela também enviou seu trabalho de mestrado da Coppe para o congresso de Beijing e me avisou ontem que não perdemos o prazo: tanto o poster dela quanto o meu foram aprovados no peer-review.

O título do meu poster é Presentation of Government Statistics on the Web: Usability and Information Architecture.

O da Lisia é Proposition of a CRM (Corporate Resource Management) Practice Training (Second Phase) Methodology.

Agora só falta ganhar na loto para comprar a passagem e ir apresentar! Qualquer coisa eu baixo lá na casa do Bruno Porto, em Shangai ;)

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