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Mini-seminários: testes de usabilidade na PUC-Rio

Meus alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces na PUC-Rio produziram recentemente estes mini-seminários sobre o livro “HandBook of Usability Testing” (Rubin e Chisnell). Ficaram muito bons e valem a referência:

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Palestra: jornalismo digital nos tablets e a interação gestual

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Os novos dispositivos tecnológicos e a Internet habilitaram novos modos de leitura que têm colocado em cheque as empresas de comunicação em todo o mundo. A circulação mundial de jornais impressos tem diminuído, segundo a Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias.

Exemplos recentes desta crise podem ser citados como o fim da edição em papel da tradicional revista norteamericana Newsweek após 80 anos, além da morte do Jornal da Tarde, de São Paulo, após 46 anos de uma marcante trajetória. Segundo dados divulgados no 64º. Congresso Mundial de Jornais, e publicados no Valor Econômico (10/9/2012), na América do Norte e Europa Ocidental, a circulação de jornais caiu 17% nos últimos cinco anos. Na América Latina, a queda foi cerca de 3%. Entre 2007 e 2012, a receita publicitária dos jornais caiu de US$ 128 bilhões para US$ 96 bilhões.

A Internet e as mídias sociais estão mudando o conceito e o processo de coleta e disseminação de conteúdo, colocando em risco o tradicional modelo de negócios do jornalismo impresso. Já há previsões de que os jornais impressos estarão extintos por volta de 2030 em quase todo o mundo.

A pesquisa procurou oferecer parâmetros para orientar o Design, a editoração visual e de conteúdos, e o processo de criação de interfaces, de forma a garantir a qualidade da interação gestual com os conteúdos noticiosos em tablets - respeitando-se as possibilidades, limitações e requisitos cognitivos do leitor imersivo.

Para ler mais sobre este tema acesse minha palestra no 13. Congresso Ergodesign e USIHC em Juiz de Fora, MG.

E se você gostou deste post, provavelmente também gostará desse aqui.

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Artigo: a usabilidade do jornalismo para tablets

Este post apresenta um artigo já aprovado para apresentação no 12. Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Computador – 2012.

As telas sensíveis ao toque hoje difundem notícias, fotos, infográficos, ilustrações, charges, anúncios, crônicas e editoriais que se tornaram dinâmicos, com a inclusão de áudio de qualidade, vídeos, animações, vibrações e fotografias manipuláveis, tudo com grande apelo estético e visual.

O modelo de interação sensível aos gestos, adotado por essas máquinas, levanta a promessa de revolucionar a recepção e os requisitos de produção da linguagem jornalística.

Este artigo tem o objetivo de iniciar a discussão de alguns aspectos de uma pesquisa em curso, que procura centrar-se na recepção e no consumo de novas formas de apresentação da informação jornalística, disseminadas com a introdução de tecnologias de interação baseada em gestos — discutindo-as e problematizando-as a partir da incorporação de conceitos e métodos de avaliação multidisciplinares.

Leia o artigo completo aqui:
Usabilidade do Jornalismo para Tablets: Uma Avaliação da Interação por Gestos em um Aplicativo de Notícias

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Livros online de IHC para download

 

Oi pessoal!

Gostaria de compartilhar um link com vocês que sugere 20 e-books para download sobre assuntos de Interação Humano-Computador, como acessibilidade e usabilidade.

http://www.keepitusable.com/blog/?p=46

Enjoy it!

[Patricia Tavares]

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Anamaria de Moraes (1942 – 2012)

É com extremo pesar que redijo este post. Lamento enormemente o falecimento de Anamaria de Moraes, professora do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, e que foi a minha orientadora de doutorado na mesma Universidade, além de eterna inspiradora acadêmica de toda uma geração. Sua morte se deu hoje de madrugada, em Recife, onde a professora estava para o 18º Congresso Mundial de Ergonomia (IEA 2012).

Anamaria era formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Desenho Industrial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em 2006, Anamaria foi homenageada no IEA 2006 – 16º Word Congress Ergonomics Maastricht the Netherlands no qual recebeu o título de “Fellow”, a única latino-americana a receber tal homenagem, concedida a pessoas que contribuíram significativamente para o desenvolvimento internacional da Ergonomia.

Autora e co-autora de vários livros, titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e uma das principais pesquisadoras de Design no Brasil, Anamaria liderou o LEUI (Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces) e orientava dezenas de dissertações e teses na área, que refletiam sua expressiva produção científica e acadêmica.

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Praticando testes de usabilidade em sala de aula

Alunos da Pós da PUC-Rio 2011.

Alunos da pós em Ergodesign de Interfaces e Arquitetura de Informação da PUC-Rio, em pleno trabalho com usuários durantes as atividades de pesquisa na disciplina de Testes Formais de Usabilidade. Abaixo, uma amostra de apresentações de mini-seminários, com base no livro de J. Rubin (“Handbook of Usability Testing“). Cada grupo ficou responsável por um capítulo e tenho que reconhecer que a turma trabalhou à beça…

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Sites do governo na berlinda

Estudantes de design estão coletando análises de profissionais de usabilidade e arquitetura e informação sobre os sites governamentais brasileiros mais utilizados no país.

A proposta é reunir orientações e propostas para tornar mais simples alguns dos sites governamentais. A iniciativa faz parte do World Usability Day 2010. Para isso, foram selecionados os quatro sites governamentais mais acessados no Brasil: o site da Caixa Econômica Federal, o do Governo do Estado de São Paulo, o do Ministério da Fazenda e o do Tribunal Superior Eleitoral.

A pesquisa está sendo organizada pelos alunos da pós-graduação de “Ergodesign de
Interfaces: Usabilidade e Arquitetura da Informação
” da PUC-Rio, turma 2010, e pode ser acessada na seguinte página: http://www.egovbr-wud2010.org/. Vamos apoiar!

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Interação em players de música

View more presentations from agner.

Esta apresentação de mini-seminário foi elaborada pelos alunos Bianca e Gustavo, da disciplina de Design de Interação na pós da PUC-Rio, baseada em um artigo publicado no congresso USIHC 2010.

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Mini-seminários sobre Design de Interação

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Estas apresentações foram realizadas pelos alunos da disciplina de Design de Interação, na pós da PUC-Rio em Ergodesign de Interfaces, Usabilidade e Arquitetura de Informação, na semana passada. Basearam-se em trabalhos publicados do congresso USIHC 2010.

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Sobre livros de AI em português

Somente hoje eu vi a resenha que Renata Zilse escreveu sobre o lançamento de meu livro. Sem dúvida, trata-se da resenha mais crítica que foi redigida até agora sobre ele, e, por isso, vale aqui este post com o link. É uma crítica séria e sem aquelas rasgações de seda de praxe. Segue aqui um trecho:

Renata aponta que: Ergodesign e arquitetura da informação faz uma abordagem de questões de design centrado no usuário sob diferentes pontos de vista: clientes, designers, analistas de sistemas e arquitetos da informação. Voltado para o público ainda leigo (interessados em ingressar no campo), se desenvolve a partir de e sobre este foco, de maneira simples, num linguajar coloquial. “Se como diz o autor, Luiz Agner, a crise atual é mesmo de “como transformar informação em conhecimento”, ele começou a dar combate à crise ao optar por produzir um livro de forma bem-humorada e compreensível para todos os interessados no tema.” [ANAMARIA DE MORAES, 2006].

A resenha continua: “o ponto inicial do livro é o que chama de “letargia cognitiva” – termo que usa para definir a atual situação de excesso de informação originando bloqueio mental e incapacidade individual de aquisição de conhecimento. Segundo o autor, a única saída para resolver tal problema é o desenvolvimento de um sistema hipertextual sob aspectos ergonômicos, centrado no usuário, visando a facilitação da Interação Humano-Computador (ergodesign). Por abordar muito mais questões de design de interface e usabilidade, talvez o título do livro devesse não apenas circunscrever-se à arquitetura da informação, mas ao desenvolvimento de interfaces web ou experiência do usuário em websites.”

E a Renata vai fundo: “O próprio Agner questiona o termo e sugere um novo: AI2, acrescentando mais um “i” referente a interação. Percebe-se também a sua insatisfação com relação a cobertura do termo Arquitetura da Informação numa disciplina que lida muito mais com questões de navegação e interação do usuário do que organização da informação. Esse ponto, aliás, é o centro nervoso de discussões entre arquitetos da informação e biblioteconomistas e cientistas da informação: classificação e organização de conteúdo é atribuição dos dois últimos e existe desde a Biblioteca de Alexandria, aproximadamente em 330 a.c., a primeira biblioteca documentada da história humana. Por que só agora, com o advento da internet, se “criou” uma profissão nova para lidar com essas questões?”

Obrigado por ter resenhado o livro, Renatinha! Só não concordo com as observações que você teceu sobre o estilo do texto, viu? Trata-se de um estilo bastante coloquial, dirigido aos estudantes que você conhece tão bem quanto eu, mas não um estilo “chulo“. De qualquer modo, na segunda edição, já publicada, alguns excessos e gírias já foram devidamente “equalizados” (impressionante como esta questão do estilo do texto deu o que falar, na época…)

Quem quiser mais detalhes, pode buscar por aqui, na revista InfoDesign.

E já que estamos colocando links sobre livros de AI em português, vale apontar para Design de Navegação Web, publicado pela ArtMed, cujo primeiro capítulo está online. Muito interessante quando, ao final, o autor apresenta as cinco filosofias” diferentes de projeto, apontando o design centrado no usuário como a mais adequada. Vale a leitura!

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