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Lápis e papel para criar interfaces

réguas e blocos para criar interfaces

Nós sabemos que diversos produtos revolucionários já foram concebidos em um guardanapo de botequim. Às vezes, usar os bons e velhos recursos do lápis e papel é a melhor forma de garantir grandes idéias e raciocinar livremente sobre elas.

Os kits de estêncil desta loja são projetados para ajudar rapidamente no esboço de interface com o usuário, traçando fluxos e idéias sobre como um novo aplicativo pode funcionar. Assim, as boas idéias podem fluir naturalmente. São réguas e blocos para criar interfaces do Iphone, Android, Ipad e websites.

Link: www.uistencils.com/

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O Iphone e a sua antítese

Cartum sobre o Iphone e Android

Cartum sobre o Iphone e Android

Esses cartuns supercults da Smashing Magazine e o fato de estar brincando com um Iphone 4, ultimamente, me fizeram ficar interessado na história dos smartphones e nas peculiaridades de seus sistemas operacionais e modelos de negócios. Aí eu descobri este site bastante informativo e o livro de Carlos Morimoto: Smartphones – Guia Prático.

Segundo o autor, o Android é, sob diversos ângulos, uma antítese do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando a criação de aplicativos para a plataforma. Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente.

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Palestra no Teatro da Lagoa – UniverCidade

Palestra no Teatro da UniverCidade (Ipanema)

Na quarta-feira, esta palestra está programada na UniverCidade, quando apresentarei algumas conclusões dos recentes estudos e observações sobre CADC (Computer Assisted Data Collection). Se tiver a oportunidade de estar por lá, não deixe de aparecer! Aguardo você lá.

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Etnografias na coleta de dados do Censo Demográfico

Estas fotos mostram um trabalho de observações etnográficas da coleta de dados do Censo 2010, realizado junto ao Parque JK, num bairro de classe média alta em Belo Horizonte e na comunidade do Acaba-Mundo, local próximo, na mesma capital. Nas imagens, aparecem uma das recenseadoras do IBGE e minha colega Patricia , analista de sistemas, que estava lá por ocasião do congresso IHC da Sociedade Brasileira de Computação. Estávamos realizando a avaliação da usabilidade do dispositivo móvel na coleta de dados estatísticos.

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Há uma série de razões pelas quais a etnografia passou a ser importante para o projeto de interface e IHC. Essas razões são as seguintes:

1 – o estudo etnográfico é um meio poderoso de identificar as necessidades do usuário e enxergar o sistema pelo olhar do usuário.

2 – descobre a verdadeira natureza do trabalho realizado: é muito comum os usuários desempenharem suas tarefas de modo diferente daquilo que foi prescrito. No caso de uma coleta de dados assistida por computador, por exemplo, nós descobrimos que a etnografia poderá ser útil ao evidenciar se os usuários enunciam as perguntas da entrevista empregando linguagem informal ou popular, de modo diverso do que é proposto no questionário eletrônico.

3 – outra vantagem do estudo etnográfico é que o pesquisador obtém um alto grau de compreensão do usuário e pode desempenhar o seu papel em sessões de projeto participativo.

4 – a natureza aberta (não enviesada) da etnografia habilita o registro de revelações surpreendentes sobre como o sistema é utilizado no campo.

Nas avaliações de usabilidade, é preciso estar imerso na cultura do usuário para melhor entender o que se passa em torno dele. Assim, os pesquisadores devem olhar, participar e perguntar sobre as atividades do seu dia-a-dia.

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O trabalho apresentado no Simpósio IHC 2010

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Patricia, Simone e Agner no IHC 2010

Trabalho assinado por Patricia Tavares, Simone Bacellar e eu (foto), apresentado no IHC 2010, hoje, em Belo Horizonte. Encontro muito maneiro dos pesquisadores de IHC da comunidade de ciência da computação do Brasil. Para o artigo completo, clique no link abaixo.

Paper em pdf para o Simpósio da SBC – IHC 2010, Belo Horizonte.

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Apresentação no ENANPAD 2010

Agner, Simone Bacellar e Patrícia Tavares (ENANPAD 2010)
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Na foto, com a prof. Simone Bacellar (mestrado em Sistemas de Informação da Uni-Rio) e Patrícia Tavares (IBGE e Uni-Rio), durante o congresso brasileiro na área de Administração (ENANPAD 2010).

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Método de avaliação de usabilidade da PNAD Contínua

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Este método de pesquisa de usabilidade foi desenvolvido para avaliar o aplicativo criado para o PDA a ser utilizado pelos entrevistadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

A PNAD Contínua é a nova pesquisa do IBGE. Será realizada a partir de uma amostra de aproximadamente 179.000 domicílios e tem como núcleo básico questões sobre trabalho e rendimento. Além disso, vai investigar temas adicionais, como: educação de jovens e adultos, migração, educação profissional, trabalho infantil, fecundidade, mobilidade social, nupcialidade, saúde, segurança alimentar, tecnologia da informação e comunicação, transferências de renda e uso do tempo.

O método de usabilidade, de caráter qualitativo, teve seis etapas: (a) Pesquisa bibliográfica e documental; (b) Observações etnográficas; (c) Seleção da amostra de participantes; (d) Entrevistas baseadas em cenários e tarefas; (e) Análise dos resultados; (f) Comunicação dos resultados.

O trabalho foi desenvolvido por mim e por Patrícia Tavares, analista de sistemas do IBGE.

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