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Últimas inovações em interfaces na CES 2012

A experiência do usuário (UX) e novas interfaces de usuário (UI) foram temas na CES 2012 (Consumer Electronics Show), uma das maiores feiras de eletrônicos do mundo, evento ocorrido de 10 a 13 de janeiro de 2012 em Las Vegas.

O ano de 2012 foi apelidado de “o ano da interface”, com a interação “natural” como promessa para substituir os controles remotos da TV, usando o olhar, a fala e movimentos.

Três assuntos já são realidades atualmente e são tendências em interfaces:

1) Dispositivos com funcionalidades de computação, como smartphones adotando funções de computadores, por exemplo;

2) Redução da complexidade nas interfaces;

3) Adicionar voz, gesto e personalização para melhorar a interface com o usuário

Gostou do assunto? Então leia mais aqui e aqui.

[Patricia Tavares]

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O futuro da interação humano-computador

Este é a minha primeira colaboração aqui no site do Agner. Espero que a dica seja útil !

Pesquisadores do MIT Media Lab’s Fluid Interfaces Group estão desenvolvendo novas formas de interação humano-computador. Abaixo estão alguns projetos, mas vale a pena ver também os outros no site deles.

Augmented Product Displays – Transforma qualquer superfície ou objeto em uma superfície interativa.

Inktuitive – Alia o papel e o lápis com as ferramentas de computação na criação de projetos.

MemTable – Mesa interativa sensível ao toque.

Mouseless – Mouse invisível que simula um mouse físico.

Quickies – Usa o reconhecimento de escrita para converter em mensagens no celular ou alertas no computador.

Fonte: http://www.cio.com/article/693187/The_Future_of_Human_Computer_Interfaces

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Glória a Jobs nas alturas…

Steve Jobs - cartoon
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Um excelente cartum sobre o Steve Jobs, mas que infelizmente chegou pra mim sem a assinatura do autor…

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Interfaces gestuais: um passo atrás na usabilidade?

Tablets do mercado atual.

Os chamados tablets são dispositivos portáteis, com telas sensíveis ao toque, que consistem em mecanismos de input da interação por gestos.

Apesar de todo o alvoroço mercadológico em torno das possibilidades abertas pelos novos dispositivos, em recente coluna para a revista Interactions, o psicólogo cognitivo e pesquisador da Interação Humano-Computador (IHC), Donald Norman, apontou que a recente corrida dos engenheiros de software para desenvolver interfaces gestuais tem levado ao esquecimento dos princípios e dos padrões sedimentados do Design de interação (Norman e Nielsen, 2010).

Os problemas das interfaces gestuais lembram os primórdios da web e do lançamento do navegador web Mosaic, quando os recursos de mapeamento de imagens eram utilizados de modo indiscriminado pelos designers.

Para Norman e Nielsen, as interfaces gestuais ignoram princípios essenciais da interação, que são independentes de tecnologias específicas. São eles: a visibilidade (affordances percebidas); o feedback; a consistência (os padrões); as operações não destrutivas (reversibilidade ou undos); a detectabilidade (a qualidade das funções poderem ser descobertas através da exploração de menus); a escalabilidade (funcionar em todos os tamanhos de telas); e a confiabilidade (não aleatoriedade das operações).

De acordo com testes de usabilidade, aplicados com usuários desses equipamentos portáteis, os dois autores concluíram que os sistemas com interfaces gestuais são divertidos e excitantes. Entretanto, os novos estilos de interação permanecem em sua infância e necessitariam de uma dose muito maior de experimentação em laboratórios, antes de ser jogados no mercado. Se agitar um pequeno smartphone para obter mais opções pode ser uma ação divertida, agitar um tablet (maior e mais pesado) exige muito mais esforço por parte do interagente.

Os movimentos e gestos compreendidos no guia de interfaces do Apple IOS ou do Android podem ser excitantes, mas são muito difíceis de controlar, sujeitos a erros e a acionamentos inadvertidos. Além disso, os diferentes aplicativos para tablets utilizam diferentes regras de interação, confundindo os usuários.

As telas sensíveis ao toque prometem revolucionar a leitura e a recepção da informação jornalística. Difundem notícias, fotos, infográficos, ilustrações, charges, anúncios, crônicas e editoriais que se tornaram dinâmicos, com a inclusão de áudio de qualidade, vídeos, animações, vibrações e fotografias manipuláveis, tudo com grande apelo estético e visual. São prazerosos de utilizar, na medida em que suas interfaces adicionaram à interação a sensação da atividade – superando o mero apontar e arrastar do ponteiro do mouse.

Contudo, os novos sistemas correm o risco de ter sua viabilidade ameaçada pela falta de consistência no seu modelo de interação, pela inabilidade em se descobrir operações não-sinalizadas e acionamentos desprevenidos (problemas que desrespeitam as descobertas mais básicas dos estudos em Design de Interação).

Fonte: Site Donald Norman

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Modelo mental do usuário…

Tirinha do Calvim - Modelo mental do usuário

A tirinha do Calvin mostra pra gente como a visão do usuário sobre o funcionamento de um sistema pode ser completamente diferente de como o imaginamos… O que impacta diretamente na usabilidade do projeto e nos requisitos do designde interface!

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Ferramentas de A.I. que rodam nos Macs

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Mini-seminário dos alunos Allan e Diego sobre ferramentas de prototipação e wireframes para Mac. Concept Draw, OmniGraffle e XSort, na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) – Disciplina de Arquitetura de Informação. Bom trabalho!

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Mini-seminário sobre IPlotz – Ferramentas para A.I

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Esta ferramenta IPlotz também é uma grande mão na roda para apoiar o trabalho de wireframes do arquiteto de informação. Apresentação dos alunos Alessandro e Gustavo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ). Uma demonstração para a disciplina de Arquitetura de Informação.

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Como usar o Axure como ferramenta de prototipação

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Esta foi uma apresentação sobre o uso do aplicativo Axure, realizada pelos meus alunos Caroline e Luiz Felipe, na disciplina de Arquitetura de Informação da pós em Marketing e Design Digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing. O Axure é uma das principais ferramentas empregadas pelo arquiteto de informação e designer de interação, pois permite realizar um protótipo semifuncional rápido do projeto interativo, pronto para ser testado, e auxilia na produção da documentação necessária.

Para degustação…

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Apresentação no Interaction South America 2009

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Esta é a apresentação realizada por minha amiga Taissa Abdalla, designer e gerente do site IBGE, no Congresso Interaction South America 2009, nesta sexta e sábado, em São Paulo. O artigo (que leva a minha coautoria embora todo o mérito seja dela) apresenta o projeto de interação para questionário web a ser empregado durante o próximo Censo Demográfico 2010, pesquisa populacional que será realizada em todo o Brasil e que, desta vez, terá o suporte da Internet. A íntegra do texto vai aqui e o resumo logo abaixo:

RESUMO
Em 2007, o IBGE começou a utilizar dispositivos móveis como ferramenta de coleta de dados no Censo Agropecuário e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Em 2010, a expectativa é a realização da coleta do Censo Demográfico também pela Internet. Com base na experiência de coleta em PDA obtida nos projetos anteriores, foi desenvolvida uma interface web para o Censo 2010 para este fim. A nova interface buscou contemplar novos paradigmas decorrentes da mudança de mídia impressa para eletrônica e tem como principais desafios motivar o preenchimento pelo cidadão através da Internet e preservar o entendimento dos conceitos do IBGE. Este artigo visa descrever as etapas de desenvolvimento deste.
Palavras-chave – Pesquisa, interface, usabilidade, avaliação heurística, design de interação.

ABSTRACT
In 2007, IBGE started to use mobile devices for data collection in household surveys. In 2010, the expectative is realize the data collection of Demographic Census also through the Internet. Based on the experience of data collection through the PDA obtained in previous projects, we developed a web interface to the Census 2010 for this purpose. The new interface aimed to address new paradigms of the switching from printed media to electronic media and the main challenges are motivate citizens to fill through the Internet and preserve the understanding of the concepts of the IBGE.

Author Keywords – Survey, interface, usability, heuristic evaluation, interaction design.

ACM Classification Keywords – H5.m. Information interfaces and presentation (e.g., HCI): Miscellaneous.

Artigo para o Congresso Interaction South America 2009 – São Paulo, SP.

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Diversas ferramentas 0800 (ou quase) para criar wireframes e protótipos

Balsamiq: Ferramenta de prototipação (tela)

Nos últimos dois anos, surgiram rapidamente, aqui e ali, uma série de boas ferramentas especializadas e acessíveis, para auxiliar o trabalho do arquiteto de informação e do designer de interfaces, muitas delas free. Concorrem com os bam-bam-bans Axure e Visio.

Para quem está começando a se familiarizar com o campo, são uma mão-na-roda. Aqui vai a lista de links para lugares de onde estas novas ferramentas podem ser baixadas, instaladas como plug-ins, ou até utilizadas online:

- Blasamiq Mockup – Free para SFL*
- Pencil – Free.
- Prototype Composer – Free.
- WireframeSketcher – Free para SFL.
- iPlotz – Free ou $15/mês.
- Protonotes – Free online.
- Adobe Flash Catalyst – Free beta.
- Hot Gloo – Free beta online.

As tradicionais:
- Axure – $589.
- Omnigraffle – $100.
- Microsoft Visio – $200.

E não esquecer a possibilidade de usar o Fireworks.

Artigo completo(em inglês):
http://www.uxforgood.org/blog/free-wireframing-and-prototyping-tools-for-ux-professionals.html

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* SFL – Sem Fins Lucrativos

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