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Mini-seminários: testes de usabilidade na PUC-Rio

Meus alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces na PUC-Rio produziram recentemente estes mini-seminários sobre o livro “HandBook of Usability Testing” (Rubin e Chisnell). Ficaram muito bons e valem a referência:

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Baixe o estudo “Computer assisted data collection: Ethnographic observation to support usability evaluation and design”

Selected Readings of the 5th Information Design International Conference Luciane Maria Fadel, Carla Galvão Spinillo, Mônica Moura & Ricardo Triska (Eds) SBDI | The Brazilian Society of Information Design Research and practice

Segue o link para você baixar o meu artigo para a revista Selected Readings da SBDI – Sociedade Brasileira de Design de Informação. Fala sobre o método de observações etnográficas para avaliar a usabilidade da coleta de dados estatísticos na fase experimental da pesquisa PNAD Contínua do IBGE. Em co-autoria com Patricia Tavares (IBGE) e Simone Leal Ferreira (UniRio). O texto está em inglês.

ABSTRACT – The impact of computer aided interviews on data quality has been systematically evaluated by statistical institutes in various countries. This article aims to illustrate the importance of field observation in the evaluation of computer assisted data collection. The proposed method shown herein was for application within the context of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (known in Brazil as IBGE), which performs the national census. This method (Scenario and Task Based Interviews – STBI) was designed to be implemented with the participation of interviewers who use personal digital assistants to perform statistical data collection for demographic research. The authors analyzed the usability of the application developed to support Continuous National Household Sample Survey (Continuous PNAD). The proposed method represented a mixture of four evaluation approaches. This article emphasizes the description of the section of the method that concerns the application of ethnographic observations and results.
Keywords - Usability, ethnography, data collection, statistics, PNAD, census.

Selected Readings of the 5th Information Design International Conference 2011
Luciane Maria Fadel, Carla Galvão Spinillo, Mônica Moura, Ricardo Triska (Eds.) – Florianópolis: Sociedade Brasileira de Design da Informação, 2013. 340p. 216 x 279 mm. isbn 978-85-89879-09-5

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O método dos testes de usabilidade dissecado

Apresentações de minisseminários dos alunos da pós-graduação em Ergodesign, Arquitetura de Informação e Usabilidade de Interfaces da PUC-Rio (2013).

Teste de usabilidade – Configurando o ambiente de testes

Teste de usabilidade – Materiais para o teste

Teste de usabilidade – Debriefing

Teste de usabilidade – Conclusões, recomendações e relatórios

Teste de usabilidade – Variantes do método básico

Teste de usabilidade – Expandindo a usabilidade na sua empresa

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Avaliando interfaces gestuais no jornalismo digital

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Estas são as conclusões de um trabalho apresentado em São Paulo, no Congresso Interaction South America, promovido pela IxDA.

O artigo teve o objetivo de apresentar aspectos de uma pesquisa em curso, que procura centrar-se na recepção e no consumo de novas formas de apresentação e leitura da informação jornalística, disseminadas com a introdução de tecnologias de interação baseada em gestos — discutindo-as e problematizando-as a partir da incorporação de conceitos e métodos de avaliação interdisciplinares.

As telas sensíveis ao toque hoje difundem notícias, fotos, infográficos, ilustrações, charges, anúncios, crônicas e editoriais que se tornaram dinâmicos, com a inclusão de áudio de qualidade, vídeos, animações, vibrações e fotografias manipuláveis, tudo com grande apelo estético e visual. O modelo de interação sensível aos gestos, adotado por essas máquinas, levantou a promessa de revolucionar a recepção e os requisitos de produção da linguagem jornalística. Mas não há certeza de que esta promessa será honrada pelas novas interfaces criadas ou por seu Design de interação.

Um dos objetivos do trabalho foi testar o aplicativo O Globo A Mais com uma amostra de jovens estudantes de Comunicação Social de uma universidade particular do Rio de Janeiro para a avaliação de suas interfaces gestuais. A pesquisa aplicou um método de observações com usuários, denominado Entrevistas Baseadas em Cenários e Tarefas (STBI – Scenario and Tasks Based Interview).

Como conclusão da observação de usuários e suas tarefas, podemos afirmar que algumas categorias de problemas, identificadas anteriormente por Norman e Nielsen, emergiram dos nossos dados de uso. A observação demonstrou que jovens representantes do tipo de leitor virtual que o jornal O Globo pretende atrair para o seu rol de assinantes digitais podem ficar expostos a dificuldades e constrangimentos ao interagir com o aplicativo, evidenciando que se sobressaem questões pendentes à editoração e ao Design, que podem ser associadas à inadequada visibilidade de affordances, à falta de feedback, ou à inconsistência do vocabulário gestual.

Até o momento podemos concordar com Donald Norman, quando este afirma que a recente corrida dos engenheiros de software e designers para desenvolver interfaces gestuais tem levado ao esquecimento de princípios e padrões sedimentados do Design de interação, embora as novas interfaces sejam esteticamente atrativas, excitantes e lúdicas, pontos que impactam positivamente a disposição e a satisfação do leitor.

Para quem se interessar em ler o trabalho apresentado na íntegra, segue o link:
Design de interação no jornalismo para tablets: avaliando interfaces gestuais em um aplicativo de notícias.

Não esquecendo ainda de agradecer muitíssimo aos meus alunos da Facha e da Puc-Rio que participaram desta avaliação e assinam o artigo comigo!

 Guilherme Santa Rosa, Cinhtia Kulpa, Luiz Agner e Robson Santos no Interaction SA 2012.

Os professores Guilherme Santa Rosa, Cinhtia Kulpa, Luiz Agner e Robson Santos no Interaction SA 2012.

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O “thinking aloud” como a ferramenta número 1 da usabilidade

Jakob Nielsen defende o “think aloud“ como uma ferramenta simples e eficiente. O pesquisador escreveu sobre este método em 1993 no seu livro Usability Engineering e o indica até hoje. A técnica tem como vantagem permitir que você ouça o que os usuários realmente pensam sobre a interface, além de ser barato, flexível e fácil de aprender. Leia mais aqui.

Posso dizer que concordo com o Nielsen, pois esta técnica foi aplicada na minha dissertação de mestrado e foi uma valiosa fonte para identificação de problemas nos testes de usabilidade.

E você, o que acha?

[Patricia Tavares]

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Praticando testes de usabilidade em sala de aula

Alunos da Pós da PUC-Rio 2011.

Alunos da pós em Ergodesign de Interfaces e Arquitetura de Informação da PUC-Rio, em pleno trabalho com usuários durantes as atividades de pesquisa na disciplina de Testes Formais de Usabilidade. Abaixo, uma amostra de apresentações de mini-seminários, com base no livro de J. Rubin (“Handbook of Usability Testing“). Cada grupo ficou responsável por um capítulo e tenho que reconhecer que a turma trabalhou à beça…

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Trabalho aprovado no congresso AMCIS 2011

Este artigo-poster saiu publicado nos anais do congresso AMCIS 2011, focado em sistemas de informação, realizado em parceria com Patricia Tavares (IBGE) e Simone Bacellar (UNIRIO).

Citação:
Agner, Luiz Carlos; Tavares, Patricia Zamprogno; and Ferreira, Simone Bacellar Leal, “Ethnographic Observation in the Usability Evaluation of Computer Assisted Data Collection” (2011). AMCIS 2011 Proceedings – All Submissions. Paper 240.
http://aisel.aisnet.org/amcis2011_submissions/240

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Para testar seus protótipos de Ipad/Iphone

Realizer - Ipad app mock-up builder

Fácil de usar e gratuito, o Realizer permite que você crie sua própria apresentação de protótipos funcionais e apps para iPhone e Ipad. Com o Realizer é possível começar a construir e testar apps a partir de um simples esboço ou com um visual mais acabado.
Bom para designers, programadores, estrategistas, especialistas em usabilidade ou qualquer pessoa envolvida com desenvolvimento de aplicativos para Iphone/Ipad.

Funciona mais ou menos assim (ainda não o testei, mas pretendo fazê-lo logo, logo):

1. Crie o protótipo app.
Crie um protótipo, usando o aplicativo de gerenciamento de protótipo.

2. Faça o upload de suas telas.
Depois de ter esboçado ou desenhado os mockups de tela iPhone/IPAD, basta enviá-los para o protótipo que você acabou de criar.

3. Link as telas umas nas outras.
Na ferramenta de gerenciamento de protótipo, abra os modelos de telas e desenhe os botões que apontam para outros modelos de telas.

4. Faça o download e execute o Realizer.
Depois de ter desenhado o seu protótipo de aplicativo na ferramenta de gestão, basta fazer o download do Realizer a partir da loja iTunes. Ao fazer o login, o seu novo protótipo será baixado para o iPhone ou o IPAD.

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Monitoramento remoto de interfaces

Neste artigo, o prof. Walter Cybis, da École Polytechnique de Montreal, apresenta variadas técnicas hoje existentes para monitoramento remoto de usabilidade de interfaces. Segundo ele, os principais tipos de técnicas são os testes de usabilidade à distância, os diários e os painéis, as pesquisas de satisfação e a web analítica.

Um teste de usabilidade à distância, por exemplo, nada mais é do que uma observação crítica do uso de um sistema que é apoiada por recursos de comunicação e de captura remota de dados. Os resultados se referem ao desempenho e à satisfação dos usuários.

Ele observa que, em um contexto de monitoramento, eles têm de ser mais objetivos e mais representativos. Eles não precisam ser tão detalhados, uma vez que a interface está “pronta”, ela está sendo apenas monitorada. Mas, para produzir resultados representativos, eles têm de envolver um número maior de usuários, operando os sistemas em seus ambientes naturais.

http://imasters.com.br/artigo/20288/usabilidade/solucoes-para-o-monitoramento-de-interfaces

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Palestra durante o World Usability Day

Palestra no IBGE no World Usability Day

Esta palestra está programada para acontecer no IBGE (Rio de Janeiro) no mesmo dia em que se comemora, internacionalmente, o World Usability Day (WUD 2010). Se você estiver passando pelo centro da cidade na ocasião, e se interessar, apareça por lá. Os meus três leitores do blog estão convidados, bastando para isso se identificar na portaria. Será uma honra para nós recebê-los!

Apresentação: Luiz Agner e Patricia Tavares
Data: 11/11/2010 (quinta-feira)
Hora: 15 horas
Local: Av. República do Chile, 500, 2o andar (auditório do IBGE)

TÍTULO:
PADRÕES BRASIL E-GOV: CARTILHA DE USABILIDADE DO GOVERNO FEDERAL

RESUMO
A Cartilha de Usabilidade do Governo Federal, lançada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, fornece recomendações de boas práticas na área digital, com o objetivo de aprimorar a comunicação, o fornecimento de informações e serviços prestados por meios eletrônicos pelos órgãos do Governo Federal.

A cartilha, a ser apresentada e comentada, se propõe a ser um guia na aplicação da usabilidade em sítios da administração pública de forma clara e descomplicada. No seminário, serão apresentadas recomendações de usabilidade descritas de forma prática e aplicável, assim como orientações sobre como realizar testes de usabilidade.

A usabilidade (facilidade de uso) deve ser observada em todas as interfaces do governo com o cidadão. A palestra também mostrará uma metodologia de testes de usabilidade realizados no contexto de aplicativos de coleta de dados domiciliares do IBGE.

Como informa a própria cartilha, a usabilidade é uma disciplina indispensável para que as informações e serviços prestados pela Administração Pública Federal sejam desenvolvidos e mantidos de acordo com as expectativas e necessidades do cidadão – para que este se utilize das informações e serviços de forma plena e satisfatória.

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